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Democracia Direta e Indireta


Basicamente, democracia (demos=povo + kratia=governo) é a forma de governo onde o poder é exercido pelos cidadãos. Embora apresente falhas e alguns pontos negativos, este é visto como o sistema político mais eficiente e adequado à realidade em que vivemos. 

Existem duas formas de os cidadãos exercerem a
 responsabilidade cívica da democracia. Uma delas é através do voto direto (democracia direta). As primeiras democracias foram diretas, como a de Atenas, por exemplo, na qual o povo se reunia nas praças e ali tomava as decisões políticas. Neste caso, os cidadãos não delegam o seu poder de decisão, mas, de fato, o exercem. A democracia direta também é denominada democracia participativa. Um exemplo atual dessa forma de organização política é o Orçamento Participativo, no qual as reuniões comunitárias, destinadas a submeter os recursos públicos, são abertas aos cidadãos. 

Diferentemente deste modelo, na democracia representativa os cidadãos não exercem o poder diretamente, mas sim, por meio de  seus representantes. Desta forma, em tese, os mesmos devem corresponder aos interesses dos
 eleitores. 

As principais críticas em relação à democracia representativa se referem à diferenciação entre dirigentes e dirigidos, perdendo assim, de certa forma, uma das características principais da democracia: a igualdade. Para alguns, essa forma de sistema político tende a criar a impressão da existência de uma categoria especial de pessoas dotadas de capacidades específicas para governar, separando a política da vida cotidiana.



As informações são do Brasil Escola.

Serra, Tasso e a hipocondria



Ainda durante a palestra no CIC, José Serra (PSDB) disse que sua única vinculação com a área de saúde antes de assumir o ministério no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) era “a fama, injusta, cultivada por gente como o Tasso (Jereissati), que espalha isso, de que eu era hipocondríaco”.
O senador cearense, ao lado dele na mesa, retrucou um pouco mais tarde. Lembrou viagem que fez aos Estados Unidos ao lado de Serra, anos atrás. E relatou que, ao contrário daqueles que entram nas lojas estadunidenses a procura de aparelhos tecnológicos, roupas ou afins, o governador paulista tinha outros interesses: “Serra entrava na farmácia e perguntava pelos últimos lançamentos”. E completou: “É injustiça que o ministro é hipocondríaco”.
O governador paulista, porém, justificou-se: disse que era premonição de que se tornaria, um dia, ministro da Saúde.
As informações são do "O Povo".